Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas que não têm nada a ver. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas que não têm nada a ver. Mostrar todas as mensagens

10 janeiro 2017

Chocolate Regina de Ananás

Ainda tenho o sabor na boca. Este travo a chocolate de leite com um saborzinho de ananás leve mas que fica na lingua durante uns segundos.

Isto parece aquela cena do Ratatouille em que o temido crítico gastronómico recorda a sua infância quando prova a primeira colher do prato que preparou o ratinho. E a culpa disto foi da minha mãe que numa das últimas visitas aqui a Gijón trouxe as barritas pequenas de 20 gramas de Regina de morango, ananás e laranja. Confesso que a de laranja não me convence (mas como na mesma), mas a de morango e a de ananás são maravilhosas.

E agora este Natal, numa visita ao Pingo Doce para comprar coisas para trazer aqui para Espanha, aí estava esta barra de 100 gramas de chocolate de ananás e que agora já vai a meio, com 4 quadradinhos perfeitamente racionados ao dia e sempre depois do jantar.

Assim que, nada mais agradecer à Regina ou melhor, agradecer aos chocolates Imperial (que ao procurar coisas na internet fiquei a saber que é a dona da Regina, e cuidado que a Imperial tem o Jubileu, que falaremos de certeza noutro momento) e que continuem por muitos anos com o melhor chocolate de sabor a fruta do mundo.

31 janeiro 2016

A shortcake da Triunfo acabou

De certeza que foram os gajos de Finanças, ou de Producção ou até mesmo os de Vendas. Não posso admitir que a equipa de marketing da Triunfo esteja tão enganada como para descatalogar as melhores bolachas do mundo.

A minha esperança é que voltem depois de se darem conta dos muitos consumidores tristes que deixaram. Mas entretanto, hoje de manhã ao pequeno-almoço comi as minhas duas últimas bolachas e aqui ficam as provas.

Para maior deleite juntei um bom bocado de Nutella...



29 junho 2015

La Biciteca

Ontem enquanto passeava no Metropoli Gijón vi numa das bancas uma série de livros dedicados a ciclismo. Agora como ando mais ciclista que nunca fiquei encantado com a quantidade de livros que há sobre este tema.

E quase todos estão à venda em www.labiciteca.com uma livraria e editora de Madrid dedicada ao ciclismo. Vale a pena ver o catálogo!

Eu fiquei particularmente com vontade de comprar um livro que se chama "Cuentos del Pelotón" sobre histórias curiosas que passaram na Volta à França ao longo dos tempos. Mais tarde ou mais cedo esse livro tem de parar aqui em casa!


18 janeiro 2015

Equivalenza

Tenho que admitir que levava já muito tempo com vontade de experimentar os perfumes da Equivalenza. Esta marca de perfumes de marca branca foi uma espécie de cogumelo porque nasceu em 2011 e já tem 600 lojas pelo mundo (!!) e aqui nas Astúrias deve ter umas 3 ou 4.

As coisas funcionam de uma maneira muito simples: vais com uma ideia de um perfume conocido e eles dizem-te qual é a equivalência com a referência que têm na loja. Podes ter o azar de que não tenham o perfume em questão (eu por exemplo queria o Cool Water de Davidoff e não tinham) mas entre tudo o que têm acabas por encontrar alguma coisa.

E depois decides se queres levar 30, 50 ou 100ml (a uns preços bem decentes - o de 100 fica por menos de 20€) e põe directamente do frasco gigante para um frasquito com a dose escolhida. Ainda por cima têm este detalhe, que está bem pensado, que se voltares à loja para recarregar o frasquito cobram menos 2€.

Enfim, como o rapaz era simpático e fartei-me de cheirar perfumes acabei por trazer 2 frascos, menos de 30€ gastados e perfume para uns meses!

12 janeiro 2015

O champô já não é o que era

"Energy vibrates from the magical spirals; impressions loaded with magical symbolism. Aromas, colours and symbols, typical of tribal art, dedicated to today's new age travellers."

Tudo isto num pequeno frasco de champô do Meliá que gamei (como todos fazemos) a última vez que dormi num dos hóteis. Parece que um champô não pode ser simplesmente champô...
Felizmente tinha um Head & Shoulders ao lado que dizia simplesmente "eficácia anti-caspa". Nem todos os departamentos de marketing andam a fumar ganzas...

18 maio 2013

O texto nao é meu mas as recomendaçoes sao muito boas...

El correo electrónico es una de las herramientas de trabajo más eficaces.
Sin embargo, su uso indiscriminado e inadecuado comienza a dar problemas hasta convertirse en una fuente de estrés.
Desde RRHH os proponemos que entre todos racionalicemos su uso:
El e-mail te tiene que facilitar el trabajo, no entorpecerlo.

Toma nota de estos consejos, ponlos en práctica y da feedback a los demás si no los siguen:
1. No estés comprobándolo constantemente: no dejes que te interrumpa en tu trabajo diario.
2. Envía menos y recibirás menos: De cada cinco e-mails que recibimos, tres requieren una respuesta. De cada cinco que enviamos, la gente responde a tres. Efecto boomerang.
3. El correo no es una herramienta de conversación: Algunos asuntos tardan en resolverse hasta 4 veces más si se hacen por correo electrónico en vez de por teléfono o en persona.
4. Escribe buenos correos: Piensa que tus e-mails van a ocupar el tiempo de otros y que crean una imagen de ti como profesional y de tu empresa.
    a. Elige bien tus destinatarios: Sólo a aquellos que es necesario. No uses el “por si acaso” ni abuses del “con copia”.
    b. Utiliza correctamente el campo asunto: En vez de, “Resumen de una reunión”, es mejor poner, por ejemplo “Resumen de la reunión del equipo de ventas 7-Sep-2010”.
    c. Cuando contestes, elige bien entre “Responder” y Responder a todos”: A lo mejor no todos los destinatarios quieren leer tu respuesta.
   d. Completos y claros. Evita que se generen respuestas innecesarias solicitando aclaraciones sobre ciertos puntos.
   e. Agrupa los puntos más importantes. Los guiones y los puntos y aparte constituyen un alivio para los ojos cansados.
   f. Evita la palabrería excesiva: Se conciso y ve al grano.
   g. Firma. Identifica a la persona que envía el mensaje y el trabajo que hace. h. Con buena letra. Revisa bien la ortografía y la gramática antes de enviar el mensaje.

11 maio 2013

El Principio de Peter


Decálogo de la jerarquización incompetente.

J. Laurence Peter realizo en 1970 un estudio que le llevo a las siguientes conclusiones:
A- Toda persona eficaz debe ser propuesta para un ascenso.
B- Toda persona puede alcanzar su nivel de ineficacia tras varios ascensos.
C- Los ineficaces permanecen en sus puestos sin ser degradados a su nivel de eficacia.

Así, con el tiempo, una estructura puede ser totalmente incompetente por acumulación. 

24 abril 2013

The Genographic Project

No sábado passado fomos ao Centro Niemeyer em Avilés e aproveitei para ver com o Guilherme (que felizmente estava a dormir nesse momento e assim me permitiu ver de facto a exposiçao) o ambicioso projecto que está a fazer a National Geographic em todo o mundo.

Chama-se The Genographic Project e é um super estudo de DNA de todos os povos do mundo para ajudar a responder a uma série de preguntas sobre as nossas origens utilizando tecnologias genéticas e informáticas dos nossos dias. O curioso disto é que qualquer um pode fazer parte do estudo: compras um kit de análisis de ADN, esfrega-se com uma espécie de cotonete na boca e envia-se a amostra para os EUA. Passado um tempo eles comunicam o resultado do ADN com uma explicaçao sobre donde sao as tuas origens e ao mesmo tempo utilizam o nosso teste para adicionar aos mais de 500.000 testes que já têm feitos para tentar descubrir tendências a nivel mundial. Confesso que fiquei com vontade de saber donde vêm os meus antepassados mas esbarrei no preço do teste: 199 dólares!!
Chiça.

Mas pronto, o projecto nao deixa de ser espectacular.
Para mais informaçoes podem ver no site:
https://genographic.nationalgeographic.com/

02 junho 2012

Corte de Cabelo

Fui cortar o cabelo na quinta-feira passada e deram-me uma esfrega na cabeça enquanto a lavavam que achei que valia a pena contar algo no blog.
É que nao foi uma esfrega qualquer, foi provavelmente a esfrega mais potente que a minha cabeça teve nos últimos 10 anos. Agora que a moda da massagem enquanto te lavam a cabeça no cabeleireiro pegou (lembro-me que quando chegou o Jean Louis David a Lisboa essa massagem que as raparigas estavam instruídas para dar era o que mais se comentava) voltar de novo à boa e velha lavagem foi bastante revigorante.

A rapariga, como sempre a mais nova e com menos experiência do cabeleireiro, esmerou-se para que eu sentisse a minha cabeça limpa e sem qualquer hipótese de encontrar um perdido pedaço de caspa (note-se que eu  nao tenho caspa). A verdade é que me deu uns bons 3 minutos de incessante manuseamento das manos ao ponto de eu achar que se estava a montar uma festa da espuma na minha nuca e tudo isso revigorado por uns jactos de água que pareciam uma montanha russa tal era a velocidade com que iam de frios a quentes.

Enfim, que por 12€ tive a oportunidade de sentir-me jovem e revigorado e ainda saí com o cabelo cortado.

28 junho 2011

Afinal a terra é redonda

Acabo de ler este texto na newsletter do Millennium BCP e pareceu-me tao bem escrito, correcto e didáctico que me apetece reproduzi-lo na íntegra. É um bocado grande mas se existe algo de economista dentro de uma pessoa valerá a pena ler.

O autor é o José Maria Brandão de Brito do departamento de Research de Mercados Financeiros do Millennium bcp.


Afinal a terra é redonda


O mundo parece plano…

Thomas Friedman, conhecido articulista do New York Times, escreveu um livro intitulado "O mundo é plano", no qual discorre uma apologia apaixonada da globalização. Tão entusiástica prosa não é surpreendente: estávamos em 2005, ano em que o crescimento do PIB mundial foi o mais elevado desde que há registo e em que a interpenetração económica internacional atingiu uma intensidade sem precedente, pelo menos, desde o grande surto de globalização na transição dos séculos XIX e XX - curiosamente um período ao qual se seguiu uma litania de horrores, como a Primeira Guerra Mundial e a hiperinflação na Alemanha. No essencial, a referida obra assemelha a complexa integração das várias economias a uma gigantesca linha de produção: daí a metáfora do título do livro de Friedman. Contudo, o contributo para a globalização foi repartido desigualmente entre os principais blocos mundiais. De forma caricatural, enquanto os mercados emergentes, encabeçados pela China, mas também o Japão e a Alemanha, se empenharam laboriosamente em alimentar a mega linha de produção, países como os EUA e a "periferia" da área do euro, posicionaram-se no fim da linha a consumir tudo o que ela expelia. Não é preciso ser economista encarteirado para descortinar que este padrão comercial era insustentável; porém, sob o manto mágico da globalização, ele perdurou, pelo menos, uma década.

...mas, na realidade, é redondo

A contrapartida do desequilíbrio comercial foi a transferência sistemática de fundos dos importadores para os exportadores. Acontece que, por ausência de alternativa, países como a China ou a Alemanha reciclavam parte importante dos proveitos das suas exportações para os países como os EUA ou Portugal. Este esquema possibilitou, por um lado, financiar a voracidade consumista dos importadores e, por outro, dar vazão à pulsão mercantilista dos exportadores. A circularidade perversa entre os fluxos financeiros e os de mercadorias, mais do que contrariar optimistas indefectíveis, como Friedman, para quem a vida económica se tinha tornado linear (plana), ajuda a explicar como foi possível gerar níveis patológicos de dívida entre os países superavitários e os deficitários.

Não há volta a dar

Chegada a crise, seria de esperar a correcção dos desvios do paradigma anterior. Mas tal não aconteceu, antes pelo contrário. Isto porque os regimes cambiais não foram permitidos ajustar de forma a eliminar o fosso de competitividade existente entre as economias excedentárias e as deficitárias. A esta distorção, outra se juntou com a resposta das autoridades aos efeitos recessivos da crise sob a forma de políticas acomodatícias. A manutenção do elevado grau de interdependência internacional e a permanência de uma estrutura cambial desajustada implicou que a explosão de liquidez providenciada pelas autoridades monetárias se difundisse qual feixe de luz pelo globo, numa nova e exorbitada versão da tal circularidade perversa. O resultado foi a intensificação do endividamento e a eclosão de pressões inflacionistas. Não obstante a sua natureza global, o ressurgimento da inflação foi mais expressivo nas economias emergentes, sendo que as sucessivas tentativas de aperto das condições monetárias dos respectivos Bancos Centrais mostraram-se, até à data, infrutíferas - por uma razão óbvia: o regime de câmbios quase-fixos da maioria dos mercados emergentes face ao dólar implica uma quase universalidade da política monetária altamente expansionista dos EUA. Daí que não haja volta a dar: os mercados emergentes terão que permitir uma apreciação significativa das suas moedas atinente a controlar a inflação recalcitrante. Uma das consequências da eventual apreciação das moedas dos mercados emergentes é a redução da poupança interna gerada por estas economias - por via da diminuição da competitividade externa e pelo efeito indutor do consumo que uma moeda mais forte aporta. Reportando ao caso da China, uma menor necessidade de reciclagem de fundos significaria uma menor procura chinesa por títulos de dívida americana, o que dada a particular importância deste investidor, levaria à subida das taxas de juro do dólar.

O caminho das pedras

A erosão da capacidade exportadora dos mercados emergentes e a subida global das taxas de juro tem efeitos recessivos, ainda que temporários. Mas por penoso que seja, este é o único caminho para a regeneração da economia global. Nos EUA, a subida das taxas de juro e a depreciação do dólar produzirão uma alteração profunda na estrutura da despesa e da produção: a poupança sobe em detrimento do consumo; o sector dos bens transaccionáveis é estimulada por contrapartida da redução do peso dos serviços; idêntica dinâmica se aplica às demais economias que padecem de défices externos crónicos. A consequente melhoria da posição externa é complementada por um processo inverso de aumento do consumo e abrandamento das exportações nas economias superavitárias. O resultado será o tão almejado reequilíbrio da economia internacional e uma lição: maximizar a produção e o consumo global sem cuidar das respectivas implicações financeiras constitui uma receita para o desastre. Afinal, a terra é redonda. Disso não vem mal ao mundo, basta aceitá-lo.

O ressurgimento da inflação não permite manter a estrutura económica global imutável. O que se segue deverá ser penoso, mas, simultaneamente, regenerador.

09 junho 2011

Empréstimo Bancário

Esta história, um bocado longa, chegou-me por mail e duvido que seja verdade mas tendo em conta o conteúdo tem tudo para ser um post neste blog...

PEDIDO DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO
Um advogado de nome Barack Hussein Obama II, na época, 1995,
líder comunitário, membro fundador da mesa diretora da organização
sem fins lucrativos Public Allies, membro da mesa diretora da fundação
filantrópica Woods Fund of Chicago, advogado na defesa de direitos
civis e professor de direito constitucional na escola de direito da
Universidade de Chicago, Estado de Illinois (e atual presidente dos
Estados Unidos da América) numa certa ocasião pediu um empréstimo
em nome de um cliente que perdera sua casa num furacão e queria
reconstruí-la.
Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele
pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da
propriedade que estava a ser oferecida como garantia.
O advogado Obama levou três meses para seguir a pista do título de
propriedade datado de 1803.
Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte
resposta:
"Após a análise do seu pedido de empréstimo, notamos que foi
apresentada uma certidão do registro predial.
Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso
salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803.
Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo
com o registro anterior a essa data."
Irritado, o advogado Obama respondeu da seguinte forma:
"Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156.
Verificamos que os senhores desejam que seja apresentado o título de
propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registro.
De fato, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade
neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da
propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos EUA à
França, em 1803.
Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco,
informamos que o título da terra da Luisiana, antes dos EUA terem a
sua propriedade, foi obtido a partir da França, que a tinha adquirido por
direito de conquista da Espanha.
A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no
ano 1492 por um navegador e explorador dos mares chamado
Cristóvão Colombo, casado com dona Filipa, filha de um navegador de
nome Perestrelo.
Este Colombo era pessoa respeitada por reis e papas e até ouso
aconselhar-vos a ler sua biografia para avaliar a seriedade de seus
feitos e intenções. Esse homem parece ter nascido em 1451 em
Gênova, uma cidade que naquela época era governada por
mercadores e banqueiros, conquistada por Napoleão Bonaparte em
1797 e atualmente parte da Região da Ligúria, República Italiana.
À ele, Colombo, havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova
rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.
A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa
com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução
de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo em que vendia as
suas jóias para financiar a expedição de Colombo.
Presentemente, o Papa – isso, temos a certeza de que os senhores
sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é
comumente aceito - criou este mundo a partir do nada com as palavras
Divinas: Fiat lux que significa "Faça-se a luz", em língua latina.
Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor
da região chamada Luisiana por que antes, nada havia.
Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens
remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o
Banco também.
Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam
encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.
Senhores, se perdurar algumas dúvidas quanto a origem e feitos do
descobridor destas terras, posso adiantar-lhes que desta dúvida,
certeza mesmo, só Deus a terá por que Inúmeros historiadores e
investigadores, concluíram baseados em documentos que, Cristóvão
Colombo, nasceu em Cuba (Portugal) e, não em Gênova (Itália), como
está oficializado:
Segundo eles,
Em primeiro lugar, Christovam Colon, foi o nome que Salvador
Gonçalves Zarco, escolheu para persuadir os Reis Católicos de
Espanha, a financiar-lhe a viagem à Rota das Índias, pelo Ocidente,
escondendo assim a sua verdadeira identidade.
Segundo, este pseudônimo não aparece por acaso, porque Cristóvão
está associado a São Cristóvão, que é o protetor dos Viajantes (existe
inclusive uma ilha batizada de São Cristóvão).
Cristóvão, que também deriva de Cristo, que propaga a fé, por onde
anda, acresce que Cristo, está associado a Salvador (1º nome
verdadeiro do ilustre navegador).
Colon, porque é a abreviatura de colono e derivado do símbolo das
suas assinaturas"." ( Duas aspas, com dois pontos no meio).
Terceiro, Salvador Gonçalves Zarco, está devidamente comprovado,
nasceu em Cuba ( Portugal) e, é filho ilegítimo do Duque de Beja e de
Isabel Gonçalves Zarco.
Quarto, era prática usual na época, os navegadores darem às
primeiras terras descobertas, nomes religiosos, no caso dele, foi São
Salvador (Bahamas), por coincidência ou talvez não, deriva do seu
primeiro nome verdadeiro, a segunda batizou de Cuba (Terra Natal) e,
seguidamente Hispaniola (Haiti e República Dominicana), porque
estava ao serviço da Coroa Espanhola.
Quinto, a "paixão" pelos mares, estava no sangue da família Zarco,
nomeadamente em, João Gonçalves Zarco, descobridor de Porto
Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira e da Ilha da Madeira (1419),
com o sogro de "Christovam Colon", Bartolomeu Perestrelo.
Por fim, em sexto, existem ilhas nas Caraíbas, com referência a Cuba
(além da mencionada Cuba; São Vicente, na época existia a Capela de
São Vicente, da então aldeia de Cuba).
Posteriormente (Sec-XVI), foi edificada a atual Igreja Matriz de São
Vicente.
São coincidências (pseudônimo, nome das ilhas, família nobre e ligada
ao mar, habitou e casou em Porto Santo, ilha que fica na Rota das
Índias pelo Ocidente), mais do que suficientes, para estarmos em
presença de Salvador Gonçalves Zarco e, conseqüentemente do
português Christovam Colon.
Christovam Colon, morreu em Valladolid (Espanha) em 1506, tendo os
seus ossos sido transladados, para Sevilha em 1509, contudo em
1544, foram para a Catedral de São Domingos, na época colônia
espanhola, satisfazendo a pretensão testamental do prestigiado
navegador.
A odisséia das ossadas não ficaria por aqui, porque em 1795, os
espanhóis tiveram de deixar São Domingos, tendo os ossos sido
transferidos para Cuba (Havana), para em 1898, depois da
independência daquela ilha, sido depositados na Catedral de Sevilha.
Coincidência ou não, em 1877, os dominicanos, ao reconstruírem a
Catedral de São Domingos, encontraram um pequeno túmulo, com
ossos e intitulado “Almirante Christovam Colon".
Existem na Ilha da Madeira e nos Açores, pessoas da famílias Zarco,
descendentes diretos de João Gonçalves Zarco e, conseqüentemente
da mãe (Isabel Gonçalves Zarco) de Christovam Colon, disponíveis
para darem uma amostra do seu cabelo aos cientistas, para analisar o
seu DNA e, para comparar os seus resultados nas ossadas do
navegador, se, efetivamente forem as pretensões deste Banco para
certificar-se da origem do navegador.
Quanto a Deus, ainda não tenho sua biografia, somente sei que caso a
conseguisse, até o maior e mais potente computador do planeta não
seria suficiente para comportar um resumo do resumo da mesma, por
isso sugiro-vos educadamente e após muito pensar, que, por serem
banqueiros e, portanto poderosos, tentem por vossos meios.
Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso
empréstimo? "
Barack Hussein Obama II
Advogado

*O empréstimo, claro, foi concedido.*

20 maio 2011

O que anda a agitar a sociedade espanhola a poucos dias das eleiçoes...

MANIFIESTO 'DEMOCRACIA REAL YA'

Somos personas normales y corrientes. Somos como tú: gente que se levanta por las mañanas para estudiar, para trabajar o para buscar trabajo, gente que tiene familia y amigos. Gente que trabaja duro todos los días para vivir y dar un futuro mejor a los que nos rodean.

Unos nos consideramos más progresistas, otros más conservadores. Unos creyentes, otros no. Unos tenemos ideologías bien definidas, otros nos consideramos apolíticos¿ Pero todos estamos preocupados e indignados por el panorama político, económico y social que vemos a nuestro alrededor. Por la corrupción de los políticos, empresarios, banqueros¿ Por la indefensión del ciudadano de a pie.

Esta situación nos hace daño a todos diariamente. Pero si todos nos unimos, podemos cambiarla. Es hora de ponerse en movimiento, hora de construir entre todos una sociedad mejor. Por ello sostenemos firmemente lo siguiente:

Las prioridades de toda sociedad avanzada han de ser la igualdad, el progreso, la solidaridad, el libre acceso a la cultura, la sostenibilidad ecológica y el desarrollo, el bienestar y la felicidad de las personas.

Existen unos derechos básicos que deberían estar cubiertos en estas sociedades: derecho a la vivienda, al trabajo, a la cultura, a la salud, a la educación, a la participación política, al libre desarrollo personal, y derecho al consumo de los bienes necesarios para una vida sana y feliz.

El actual funcionamiento de nuestro sistema económico y gubernamental no atiende a estas prioridades y es un obstáculo para el progreso de la humanidad. La democracia parte del pueblo (demos=pueblo; cracia=gobierno) así que el gobierno debe ser del pueblo. Sin embargo, en este país la mayor parte de la clase política ni siquiera nos escucha. Sus funciones deberían ser la de llevar nuestra voz a las instituciones, facilitando la participación política ciudadana mediante cauces directos y procurando el mayor beneficio para el grueso de la sociedad, no la de enriquecerse y medrar a nuestra costa, atendiendo tan sólo a los dictados de los grandes poderes económicos y aferrándose al poder a través de una dictadura partitocrática encabezada por las inamovibles siglas del PPSOE.

El ansia y acumulación de poder en unos pocos genera desigualdad, crispación e injusticia, lo cual conduce a la violencia, que rechazamos. El obsoleto y antinatural modelo económico vigente bloquea la maquinaria social en una espiral que se consume a sí misma enriqueciendo a unos pocos y sumiendo en la pobreza y la escasez al resto. Hasta el colapso.

La voluntad y fin del sistema es la acumulación de dinero, primándola por encima de la eficacia y el bienestar de la sociedad. Despilfarrando recursos, destruyendo el planeta, generando desempleo y consumidores infelices.

Los ciudadanos formamos parte del engranaje de una máquina destinada a enriquecer a una minoría que no sabe ni de nuestras necesidades. Somos anónimos, pero sin nosotros nada de esto existiría, pues nosotros movemos el mundo. Si como sociedad aprendemos a no fiar nuestro futuro a una abstracta rentabilidad económica que nunca redunda en beneficio de la mayoría, podremos eliminar los abusos y carencias que todos sufrimos.
Es necesaria una Revolución Ética. Hemos puesto el dinero por encima del Ser Humano y tenemos que ponerlo a nuestro servicio. Somos personas, no productos del mercado. No soy sólo lo que compro, por qué lo compro y a quién se lo compro.

Por todo lo anterior, estoy indignado.

Creo que puedo cambiarlo.

Creo que puedo ayudar.

Sé que unidos podemos.

Sal con nosotros. Es tu derecho.

08 maio 2011

Mapa dos adeptos londinenses

Esta é especialmente útil para ti Bernas!



NOTA: Vi este mapa no blog do Nico e estou a re-postear...
Este é o post original:

07 maio 2011

10 lições japonesas

Pode até nem ser tudo assim e com a distância que temos do Japão tornarmos tudo muito mais idilico mas chegou-me este mail e apeteceu-me partilhar. O mundo seria melhor se todos nos comportássemos assim...


1. A CALMA
Nem um único sinal de pânico. A tristeza foi crescendo mas a atitude positiva manteve-se.

2. A DIGNIDADE
Foram feitas longas filas para a água e mantimentos. Nem uma palavra áspera ou um gesto bruto.

3. A CAPACIDADE
Arquitectura incrível e engenharia irrepreensível. Os edifícios oscilaram, mas nenhum caiu.

4. O CIVISMO
As pessoas compravam somente o que precisavam para o presente, para que todos pudessem ter acesso aos bens.

5. A ORDEM
Não houve saques nas lojas. Não houve buzinões nem ultrapassagens nas estradas. Apenas a compreensão pelo momento pelo que todos passavam.

6. O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores não foram evacuados das instalações da central nuclear para assegurarem que a água do mar fosse bombeada para os reactores. Nunca serão reembolsados!

7. A TERNURA
Os restaurantes reduziram os preços. Uma ATM foi deixada sem segurança. Os fortes cuidaram dos fracos e a entreajuda estava na rua em todos os locais.

8. A ORGANIZAÇAO
Os idosos e as crianças sabiam exactamente o que fazer. E fizeram exactamente o que era pressuposto fazer.

9. A COMUNICAÇÃO SOCIAL
Os jornalistas mostraram dignidade e contenção no modo como reportaram as notícias. O sensacionalismo foi rejeitado. Somente reportagens serenas.

10.. A CONSCIÊNCIA
Quando, numa loja, energia eléctrica falhou as pessoas colocaram as coisas que tinham na mão nas prateleiras e sairam tranquilamente.

11 fevereiro 2011

Peritos em cábulas

Não é nada que já não se soubesse mas ler este artigo foi bastante esclarecedor...
Saiu hoje no Jornal i os resultados de um estudo sobre os hábitos dos estudantes universitários coordenado por Aurora Teixeira, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

O melhor mesmo é ler:



As pérolas do estudo:
:: 70% já copiaram num exame e apenas 2,4% foram apanhados
:: 11,2% dos alunos inquiridos não citam fontes deliberadamente para "reclamar a originalidade de material copiado"
:: Quase dois em cada dez estudantes admitem ter copiado "uma secção de um livro, artigo ou website e submetê-lo como seu"
:: 45,6% dos estudantes já entregaram o mesmo trabalho em mais de uma disciplina.

04 fevereiro 2011

Piada do dia - Cuando la pasión se acaba

El marido entra con mucho cuidado en la cama y le susurra dulce y apasionadamente al oído de su mujer:
"estoy sin calzoncillos..."

Y la mujer le responde:
"mañana te lavo uno"

21 janeiro 2011

Se algum dia quiserem escrever um livro

Aqui fica uma lista dos 10 factores-chave para ser um bom escritor.
A autora é Diana Morales, Coordenadora dos workshops literários do Portaldelescritor.com.

Planifica tu libro. Escribir un libro es como construir un edificio: antes de empezar a escribir asegúrate de tener un plano. Piensa bien que quieres contar, cómo vas a organizar la información en capítulos, cómo vas a terminarlo.

No te dejes vencer por la página en blanco. No olvides que todo lo que escribas puede ser después corregido, re-escrito o incluso borrado, así que, simplemente, escribe. Sin prisa, sin presiones, pero con constancia. Recuerda que no se trata de escribir una obra maestra, solo de terminar tu libro.

Lee. La lectura es el oxíggeno del escritor, te inspirará y te motivará. Si estás escribiendo una novela o un poemario, lee novelas y poemas. Si estás escribiendo un libro de no ficción –un ensayo, un libro de auto-ayuda, un recetario...- lee libros parecidos. Leer es el calentamiento de la escritura.

Imponte un horario fijo de escritura. Puede ser dos horas cada tarde, las mañanas del fin de semana, o tres horas el jueves por la noche... No importa. Lo esencial que, una vez decidas tu horario de escritura semanal, lo respetes. Solo alcanzarás la cima de la montaña si caminas aunque sea poco a poco.

Ten siempre a mano un diccionario. Es la herramienta básica del escritor, tanto para escribir una novela como un libro de no-ficción; en especial el Diccionario de Sinónimos y Antónimos. Te ayudará a expresarte mejor y a no repetirte. Si escribes ficción (novelas, relatos, poesía...) te será también muy útil un Diccionario Ideológico.

Busca tu propia voz. No intentes escribir de forma complicada, con frases largas o con un lenguaje complejo. Sé tú mismo/a. Ten en cuenta que el primer propósito del lenguaje es transmitir ideas, por lo que la claridad y la sencillez pueden ser nuestros mejores aliados, especialmente si estás escribiendo tu primer libro. Imagina a tu futuro lector como a un amigo, no como a un juez.

Documéntate a cada paso. Necesitas la precisión, la concreción y la exactitud para que tu libro sea interesante. Esto es así para cualquier tipo de escrito: si eres novelista y tu personaje viaja a Londres busca nombres de calles o lugares concretos de la ciudad. Si habla con un antropólogo, busca los términos que éstos utilizan para expresarse. Y si escribes un libro de no-ficción reunir datos es un paso esencial para que éste resulte útil a tus lectores.

Busca opiniones externas. Pásale tu libro a amigos, a conocidos o –mejor aún- a personas que creas que reúnen las características de tus futuros lectores. Pídeles su opinión de forma muy concreta: qué les ha gustado más de tu libro y qué menos; si en algún momento se han aburrido o si hay algo que no se entiende bien. No te pongas a la defensiva e intentes convencerles de que tu libro es muy bueno: acepta sus opiniones y tómalas en cuenta a la hora de revisar.

Revisa lo escrito. Relee lo que vayas escribiendo y ve haciendo los cambios que creas oportunos. Cuando termines el libro, déjalo reposar unos días y después vuelve a leerlo con nuevos ojos. No temas reorganizar los capítulos, alterar frases o expresiones o incluso recortar trozos enteros. Las palabras son tu material de trabajo, moldéalas como necesites.

No olvides que a escribir se aprende escribiendo. Nadie nace escritor. El primer libro siempre cuesta más y puede que el resultado no nos satisfaga al 100%... No importa, tómatelo como una práctica: el próximo saldrá mejor. Escribir es como cualquier otra actividad en la vida, cuanto más la practicamos, mejores son los resultados.

17 janeiro 2011

Professores Portugueses

Recebi este mail da minha irmã e por acaso já tinha lido a notícia...
Sou mais um a reenviar e passar a mensagem de uma classe profissional que eu acompanho de perto e que sei que está a passar um mau bocado.

No meio da crise sócio/económica e do cinzentismo emocional instalado no país há vários meses, eis que o relatório PISA trouxe algumas boas evidências para Portugal.

E a melhor de todas, a que considero verdadeiramente paradigmática, foi omitida pela maioria dos órgãos de comunicação social: Mais de 90% dos alunos portugueses afirmaram ter uma imagem positiva dos seus professores!

O relatório conclui que os professores portugueses são os que têm a imagem mais positiva de entre os docentes dos 33 países da OCDE, tendo em 2006 aumentado 10 pontos percentuais.

O mesmo relatório conclui que os professores portugueses estão sempre disponíveis para as ajudas extras aos alunos e que mantêm com eles um excelente relacionamento.

Estas evidências são altamente abonatórias para os professores portugueses e deveriam ter sido amplamente divulgadas pelos órgãos de comunicação social ( e pelos habituais "fazedores de opinião" luxuosamente remunerados que escrevem para os jornais ou são comentadores na rádio e na televisão) que ostensivamente consideram que os professores do ensino básico e secundário uma classe pouco profissional, com imensos privilégios e luxuosas remunerações...

Uma classe profissional que deveria ser acarinhada e apoiada por todos, que deveria ter direito às melhores condições de trabalho (salas de aula, equipamento, formação, etc.) e que tem sido maltratada pelo poder político e por todos aqueles que tinham o dever de estar suficientemente informados para poder produzir uma opinião isenta para os demais membros da comunidade.

Ao conjunto destas evidências acresce outra, onde o papel do professor é determinante: a inclusão.

O relatório revela-nos que Portugal é o sexto pais da OCDE cujo sistema educativo melhor compensa as assimetrias sócio/económicas!
E ainda refere que o nosso país tem a maior percentagem de alunos carenciados com excelentes níveis de desempenho em leitura.

Nada acontece por acaso! Os professores portugueses são excelentes profissionais, pessoas que se dedicam de corpo e alma aos seus alunos, mesmo quando são vilipendiados e ofendidos por membros de classes profissionais tão corporativistas (ou mais!) que a dos professores!

Como diz a quase totalidade dos alunos, os professores são excelentes pessoas que estão sempre disponíveis para ajudar os seus alunos. Esta é que é a realidade dos professores das escolas do ensino básico e secundário! Obviamente que, como em todas as demais classes profissionais, haverá excepções à regra, aqueles que não cumprem, não assumem as suas responsabilidades, não justificam o ordenado que recebem. Mas, assim como uma andorinha não faz a primavera, também uma ovelha negra não estraga um rebanho.

Pergunto: porque se escondem os arautos da desgraça, detentores da verdade absoluta, que estão sempre na linha da frente para achincalhar os professores do ensino básico e secundário. Estranha-se o silêncio.

Margarida Rufino in Jornal de Cascais

15 janeiro 2011

Pobre Desportivo



No fim-de-semana de Novembro que fui a Almada tive a oportunidade de ir ver um jogo do meu Desportivo da Cova da Piedade (tinha o voo no Domingo já de noite e o jogo foi às 16:00).
Convidei o Maco e lá fomos ver um derby com os Pescadores da Costa da Caparica. O que eu não sabia era que practicamente toda a equipa rescindiu contrato e estamos a jogar com os juniores... Resultado, levámos 4 ou 5 secos sem apelo nem agravo e na classificação estamos em penúltimos com sérias possibilidades de descer de divisão.

Enfim, fiquei triste por isto mas conhecendo o clube sei que vão dar a volta e mais tarde ou mais cedo voltarão a ter uma boa equipa e lutar pela subida de divisão.

14 janeiro 2011

Grande Desportivo

E de repente leio que as escolinhas de futebol do meu Desportivo da Cova da Piedade fizeram um acordo com o Sporting para funcionarem em conjunto e identificarem os talentos do futuro.

Foi a minha alegria do dia!!

Para quem quiser saber mais ou inscrever os seus filhos:
http://covapiedade.150m.com/Pages/Esc_Forma.htm#dest